Quinta-feira, 6 de agosto de 2026
SABORES DA TROFA EM DESTAQUE NO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO

SABORES DA TROFA EM DESTAQUE NO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO


 

LICOREIRA PORTUGUESA COM AÇÃO DE PROMOÇÃO NA LOJA INTERATIVA DE TURISMO DO AEROPORTO DO PORTO, ENTRE 21 E 28 DE OUTUBRO

 

A Licoreira Portuguesa estará em destaque entre os dias 21 e 28 de outubro, na Loja Interativa de Turismo do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Em parceria com a Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, a empresa familiar trofense dará a conhecer os sabores do licor tradicional.

 

O “Welcome Drink” está marcado para as 15h00 do dia 21 de outubro, e contará com um momento musical proporcionado pela Banda de Música da Trofa. Entre os sabores da Licoreira Portuguesa, estarão em destaque o Licor Medieval, o Licor Limão Canela e o Licor Ginja.

 

Esta é mais uma ação de promoção das empresas do Concelho, tendo também uma vertente cultural e turística associada.

 

A história da Licoreira Portuguesa está associada ao renascimento dos sabores campestres e ao recuperar das receitas e tradições que remontam ao século passado. Reza a história que corria o ano de 1809, por altura das invasões francesas, e que o Duque de Dalmácia havia pernoitado com as suas tropas na casa do Souto, na Trofa, deliciando-se com estes licores de sabor furtado e intenso, como forma de aqueceram as suas almas atormentadas pela guerra.

 

Já em 1919, Américo Moreira da Costa, filho de agricultores, gentes da terra, recuperou as receitas ancestrais e inaugurou uma tasquinha típica, onde vendia vinhos e petiscos, bem como aguardantes e licores. Tinha como nome “A Tasquinha do Américo”, que à sua morte passou a chamar-se “A Tasquinha da Viúva do América”.

 

A tasquinha, conhecida pela qualidade dos petiscos, bons vinhos, aguardentes e licores, ganhou nome, tornando-se famosa e conhecida em diversos pontos do país. Seguiram-lhe os passos os filhos e mais tarde os netos. No entanto, a produção artesanal de aguardentes e licores, ficou esquecida.

 

Só mais tarde é recuperada a tradição pela Licoreira Portuguesa, onde o bisneto Filipe Gonçalves deu nova vida a este “néctar dos deuses”, cumprindo sempre as receitas ancestrais legadas pela família. É com grande responsabilidade que assume este desafio, mas chegou a hora de honrar o legado deixado pelos seus antepassados, enriquecê-lo, por forma a dar a conhecer a todo o mundo as maravilhosas iguarias que são estes licores. É uma herança e um gosto de família. Todos os produtos continuam a ser elaborados de forma artesanal, respeitando as receitas originais, usando produtos biológicos (frutas e plantas aromáticas).

 

 

 

 

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